servidores descontentes com o PCCR e erro na folha de pagamento em relação ao décimo terceiro e falta dos 33 % do adicional de carga horária.
O PCCR da prefeitura municipal de Dourados vem se arrastando há muitos anos, várias discussões e muito debate sobre o assunto. foram muitos anos de empenho, e em 2016 com muita dificuldade os servidores públicos do município de Dourados contempla seu plano de cargos carreira e remuneração, parcialmente pronto. Parcialmente devido a complexidade do mesmo, pois são mais de cinco mil servidores e várias carreiras profissionais envolvidas.
Tanto a complexidade que várias categorias tem seu próprio plano ( pgm, guarda municipal, educação e agora o regime geral, ou seja todas as outras categorias). Cada uma dessas realizaram árduo trabalho e elaboraram com suas especificidades o seu plano. A saúde, que muito mais do que as outras possui peculariedades, e que buscavam junto a mesa de negociação do sus, realizar um plano baseado nas diretrizes do SUS, onde contempla o PCCR SUS, fora desestimulada na gestão do então prefeito Murilo Zahuit, culminando com o fim da mesa de negociações do SUS ( órgão deliberativo entre gestor e trabalhador, onde resolve os problemas trabalhistas), gerando um grande desconforto com muitos trabalhadores que sonhavam com um PCCR da saúde, como a educação tem o seu, a guarda e a pgm, que diga de passagem esses dois últimos, um plano invejado por muitos, os profissionais de saúde passaram a confiar então no PCCR geral, onde atendesse as suas necessidades e que fossem valorizados como tais. Progressão e uma tabela que fosse vantajosa e que estimulasse o servidor a se qualificar. Os profissionais de saúde são muito mais diferenciados em termos de especificidades que as outras categorias em questão e que mereciam um plano diferenciado, onde pudesse contemplar a todos ( Agentes comunitários de saúde, enfermagem, médicos, dentistas, aux de saúde bucal, técnicos e administrativos), porém o que presenciamos foi, uma confusão, e as vezes penso que de propósito ( trocam a palavra adicional por gratificação, em um plano que diz; se tiver recursos paga-se, criando duas tabelas de carga horária para um único salário). para piorar, pagam o décimo terceiro totalmente de forma equivocada, causando transtornos irreparável para o trabalhador.
A atual administração assume com um PCCR que não contempla de forma isonômica, logo depois de três anos sem aumento salarial, onde a expectativa era um plano "justo", e que ninguém perdesse salários. O primeiro ano os servidores trocaram o aumento salarial pela tão sonhada diminuição de carga horária, que veio em forma de decreto, isso no ano de 2014, já em 2015 foram novamente ludibriados e sem aumentos novamente em troca de um PCCR, tudo isso, indo de encontro a fase 'negra" em que o Brasil começara a passar na economia. de modo algum seria concebível um proposta tão indecente, mas que fora aprovada em assembléia.
Em 2016 acontece o inesperado, data base junho onde o plano seria então colocado em prática, conforme acordo entre categorias e prefeitura municipal, mais uma vez acontece o infortúnio, muda-se a leitura e estipula prazo para pagar o PCCR, não atendendo o mês de dissidio coletivo dos servidores públicos e novamente deixa o servidor a mercê da própria sorte! Parecendo um gestor zeloso com a ordem econômica do município parcela o cumprimento do acordo, pagando em outubro o salário do ensino fundamental, em novembro ensino médio, e em dezembro os proventos do ensino superior.
Curioso e chama atenção que em outubro e em novembro paga todas as vantagens previstas de forma integral (produtividade), e em dezembro resolve aplicar o texto do PCCR onde diz; as vantagens serão pagas mediante ordem financeira! Os trabalhadores não se atentaram para isso e ficaram pasmados com a situação, até então 'nunca vista nas terras do seu Marcelino". O mês de dezembro de 2016 será inesquecível para muitos servidores da saúde, onde tudo deu errado em seus proventos, deixando pais e mães de famílias perplexos.
Já em 2017 com a nova gestão, o que se espera? mais atenção e respeito a esses servidores que se sentiram ludibriados e desrespeitados, e que haja imediatamente a correção desse pccr e que devolvam a honra e a valorização desses heróis, que seguraram a saúde do município de Dourados enfrentando vários momentos de dificuldades (falta de materiais e insumos importantes para o bom desempenho de seus trabalhos). O gestor que pensa no bem do cidadão, valoriza o servidor.
