Dourados já se consolida como metrópole, passa dos 210 mil habitantes. cidade atraente para agroindústria e o comércio. Transito caótico em horários de pico, violência gratuita e paga (segundo comentários de jornalistas essa semana, que quando o crime é encomendado, fica difícil de elucidação, bem, isso eu já sabia! é por isso que cada dia precisamos evoluir, a criminalidade se sofistica e o aparato policial ainda é secular.
esses problemas de cidade de médio porte, não nos interessa nesse contexto, O que nos chama a atenção é a mediocridade da nossa classe politica, somos um referencial geográfico, macro região de mais de 35 municípios, polo educacional e logístico. várias correntes politicas, contrarias umas das outras é claro, e Dourados se apequena diante tudo isso com essa falha, e com essa guerra de cabo de força, em que ninguém ganha. Pelo menos quando se trata de eleições ao senado e ao governo do estado.
ao governo do estado sabemos que não é muito fácil, e não entraremos nesse quesito. Ao senado, na última eleição batemos na trave com atual prefeito, senhor Murilo Zahuit, no qual perdeu por poucos votos, para o então hoje senador Moka. porque então não conseguimos emplacar um senador? Bem, avaliar não é fácil! De uma coisa tenho certeza, falta de votos não é. o grande problema esta na rivalidade dos grupos que se revezam no poder em nosso município, e suas vaidades pessoais e de grupo.
Lançar um nome bem antes do pleito, seria uma tática favorável porém, apenas antecipa as pedradas e o famoso "saco de pancadas", ou seja irão queimá-lo até que o mesmo desista da empreitada. Hoje temos em Dourados vários nomes que poderiam ocupar essa vaga, pessoas com know-hall suficiente para nos representar. Porém, como disse antes, precisamos desfazer ou desmistificar as vaidades de alguns clãs da politica local.
O atual deputado federal Geraldo Resende ao perder a eleição de prefeito para Délia Razuk, na mesma semana, não sei se por prêmio ou como consolo mesmo, já se colocou a disposição para o páreo. Sabemos muito bem que candidatura ao senado não se constrói sozinho, e sim um projeto amplo, com várias discussões e com vários aliados, tipo um casamento a moda antiga, onde os pais combinavam o casamento e depois comunicava aos noivos (nesse caso o povo). não é a forma mais democrática, mas porém a mais viável, que no entanto não acontece, dando lado a projetos pessoais e de difícil conjuntura. Na maioria são natimortos, como o próprio caso que disse do deputado Geraldo, que pelo jeito já tratou de mudar o foco do assunto (reconhecendo que a forma antiga ainda é a ideal).
O então prefeito também corre a frente desse projeto, porém a sua forma de fazer politica (sem muito barulho e sem deixar muito claro o que quer, confunde até seus interlocutores), que dirá o restante da classe politica e o povo. Com certeza será um grande candidato e com muita chance de ser o primeiro senador pela grande Dourados.
Como sonhar não paga, outro que colocou o seu nome para o cargo é o farmacêutico Racib harb, adiantando a importância de construirmos a ponte que nos levará a ocupar esse cargo tão sonhado e enaltecer a nossa região, acabando com senadores que só passam aqui para tomar cafezinho (com todo cuidado é claro), vai que esbarra em alguma lama! Sim nós podemos, basta que os operadores partidários iniciem essa conversa de forma madura, sem vaidades e sem estrelismos ( onde se encontra o grande vilão disso tudo).
ficamos no aguardo dos desdobramentos dos bastidores, e a qualquer sinal de avanço nesse sentido, festejaremos juntos e rumo a vitória. 2018 teremos senador pela grande Dourados. E ai quem sabe, mudamos o título, de habemus senador.
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